Blog da Adriana Vandoni - censurado
O BLOG DE ADRIANA VANDONI ESTÁ CENSURADO POR ORDEM JUDICIAL!
Mulher de coragem que fala o que deve, está sendo punida pelo governo Lula!
Veja abaixo o texto que foi censurado pelo governo Lula.
Publicado por Adriana Vandoni
Já tivemos presidentes para todos os gostos, ditatorial, democrático, neo-liberal e até presidente bossa nova.
Mas nunca tivemos um vendedor de ilusão como o atual.
Também nunca tivemos uma propaganda à moda de Goebbels no Brasil como agora.
O lema de Goebbels era uma mentira repetida várias vezes, se tornará uma verdade.
O povo, no sentido coletivo, vive em um jardim de infância permanente.
Vejamos alguns dados vendidos pelo ilusionista.
O governo atual diz que pagou a divida externa, mas hoje, ela está em 230 bilhões de dólares.
Você sabia ou não quer saber?
A pergunta é: pagou?
Quitou?
Saldou?
Não.
Mas uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade.
Pagamos sim, ao FMI, 5 bilhões de dólares, o que portanto mostra apenas quão distante estamos do que é pregado para o povo.
Nossa dívida interna saltou de 650 bilhões de reais em 2003, para 1 trilhão e 600 bilhões de reais hoje, e a nossa arrecadação em 2003 ano da posse do ilusionista que foi de 340 bilhões, em 2008 foi de 1 trilhão e 24 bilhões de reais.
Este ano a arrecadação caiu 1% e, olhem bem, as despesas aumentaram 16,5%.
Mas esses dados são empurrados para debaixo do tapete.
Enquanto isso os petralhas estão todos de bem com a vida, pois somente com nomeação já foram 108 mil, isso sem contar as 60 mil nomeações para cargos de comissão.
É o aparelhamento do Estado.
Enquanto isso os gastos com infra-esturutra só subiram apenas 1%, já as despesas com os companheiros subiram para mais de 70%.
Como um país pode crescer sem em infra-estrutura, sendo essa inclusive a parte que caberia ao governo?
O PT vai muito bem, os companheiros estão todos muito bem situados, todos, portanto, estão fora da marolinha, mas nos outros estamos sentindo o peso do Estado petista ineficiente, predador e autoritário.
Nas áreas cruciais em que se esperaria a mão forte e intervencionista do governo, ou seja, na saúde, educação e segurança o que temos são desastres e mais desastres, mortandades.
O governo Lula que fala tanto em cotas raciais para a educação, basta dizer que entre as 100 melhores universidades do mundo, o Brasil passa longe.
Já os Estados Unidos (eta capitalismo) possuem 20 universidades que estão entre as 100 melhores.
O Brasil não aparece com nenhuma..
São números.
O governo Lula também desfralda a bandeira da reforma agrária.
O governo anterior fez mais pela reforma agrária que o PT, mas claro, esses números não interessam.
Na verdade não deveriam interessar mesmo.
Basta dizer que reforma agrária é mais falácia do que coisa concreta em beneficio da sociedade.
Se querem saber, em todos os países onde houve reforma agrária, logo em seguida eles se tornaram países importadores de alimento.
A ex-URSS, Cuba e China são exemplos claros do que estou afirmando.
Mas continuamos com o discurso de reforma agrária.
A URSS quando Stalin coletivizou a terra, passou a ser importadora de alimento e consequentemente a ser um dos responsáveis pelo aumento do preço do alimento no mundo.
Entendam.
Cuba antes da comunização com Fidel, produzia 12 milhões de toneladas de açúcar do mundo, hoje não produz nem 2 milhões.
A Venezuela tão admirada por Lula produzia 4 mil quilos de feijão por hectares, depois da reforma agrária praticada pelo coronel Hugo Chaves só produz 500 kg por hectares.
Mas os socialistas não sabem nem querem saber dessas questões, o trabalho que dá para produzir, para gerar alimentos, isso porque eles tem a sociedade para lhes pagar o salário, as contas e as mordomias, além de dinheiro do contribuinte para colocar comida na sua mesa.
Mas eles não sabem nem querem saber sobre o que é produzir, cultivar, plantar alimentos.
Pois bem, os companheiros acreditam nos milagres da reforma agrária.
Dizem que estão mudando o país.
É para gargalhar.
Agora incrível, e hoje está mais do que comprovado, que a diminuição dos impostos nos setores de eletrodoméstico fez o comércio e indústria neste setor produzir e vender mais.
O aquecimento na venda de carros também surtiu efeito com a redução de impostos.
O que fica definitivamente comprovado que imposto nesse país é um empecilho ao progresso e ao desenvolvimento.
Mas o discurso dos petistas é outro.
Ou seja, uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade.
É o ilusionismo de Lula.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Nunca na história deste país
Lula está possesso.
Também pudera.
Se sua imagem não tivesse sido associada com o Governador preso no Amapá, horas depois de Lula ter declarado seu apoio. A PF não avisou o Presidente que estava investigando o cidadão? Bem feito!
Ponto prá veja, e prá imprensa, que estão dando a maior força prá campanha do antipático Serra! Espero que a Sra. Dilma seja pelo menos arranhada pelos escandalitos de quebra de sigilo na Receita e favorecimento de empresas ligadas a acessores.
Por favor, se o mensalão não pode derrubar o Lula, que o sigilão pelo menos leve a disputa ao segundo turno!
Viva a democracia, o menos pior regime de governo entre os existentes. Um mal necessário. Só funciona com educação, aliás.
Viva a imprensa, fazendo sim seu papel.
Agora, quem lê Veja? Quem se importa com o sigilo fiscal de Veronica Serra? Veremos se a popularidade de Lula é mesmo imune às crises.
Vamos às urnas sim, conscientes de que podemos e TEMOS O DEVER de fazer melhor do que isso.
Afinal, nunca na história desse país...
Também pudera.
Se sua imagem não tivesse sido associada com o Governador preso no Amapá, horas depois de Lula ter declarado seu apoio. A PF não avisou o Presidente que estava investigando o cidadão? Bem feito!
Ponto prá veja, e prá imprensa, que estão dando a maior força prá campanha do antipático Serra! Espero que a Sra. Dilma seja pelo menos arranhada pelos escandalitos de quebra de sigilo na Receita e favorecimento de empresas ligadas a acessores.
Por favor, se o mensalão não pode derrubar o Lula, que o sigilão pelo menos leve a disputa ao segundo turno!
Viva a democracia, o menos pior regime de governo entre os existentes. Um mal necessário. Só funciona com educação, aliás.
Viva a imprensa, fazendo sim seu papel.
Agora, quem lê Veja? Quem se importa com o sigilo fiscal de Veronica Serra? Veremos se a popularidade de Lula é mesmo imune às crises.
Vamos às urnas sim, conscientes de que podemos e TEMOS O DEVER de fazer melhor do que isso.
Afinal, nunca na história desse país...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
A vida é cheia de gozo e medo
A sensação de prazer parece sempre vir acompanhada de um frio na barriga que tem um tanto de gozo e um tanto de medo.
Desfrutar sem temer perder o que se tem é desafio para gigantes. Gente que sabe que, mesmo na dificuldade, há vida, aprendizado, esperança, ilógica.
Gente que reconhece o gozo naturalmente colorido, e na mesma medida fulgás, provisório, humano, falível.
Como é bom gozar do momento e absolutamente não, nunca, nem por um nanosegundo (do traiçoeiro pensamento) jamais ansiar pela perda que talvez venha.
Nem tampouco produzi-la, como tipicamente fazemos quando não nos julgamos merecedores da felicidade. Ou quanto somente estamos confortáveis enquanto infelizes, criaturas queixosas, sublimes em tristeza.
E como é bom sentir gozo, e até o medo que vem depois, assombrando o agora.
A subida da montanha russa é medo. Apreensão. A decida é gozo. No final, o que sobra são as memórias de sensações.
Resta saber qual delas nos virá à mente com o tempo: o que desfrutamos sobrepujará o que sofremos?
Qual dois dois será mais forte, real, presente, vívido e vivido? Aquilo que foi simplesmente é. Mas toma nuances lilás ou chumbo à medida que vamos colorindo o passado à luz do presente, que afinal é a unica coisa que temos.
Viva o gozo. Ainda que com temor.
Desfrutar sem temer perder o que se tem é desafio para gigantes. Gente que sabe que, mesmo na dificuldade, há vida, aprendizado, esperança, ilógica.
Gente que reconhece o gozo naturalmente colorido, e na mesma medida fulgás, provisório, humano, falível.
Como é bom gozar do momento e absolutamente não, nunca, nem por um nanosegundo (do traiçoeiro pensamento) jamais ansiar pela perda que talvez venha.
Nem tampouco produzi-la, como tipicamente fazemos quando não nos julgamos merecedores da felicidade. Ou quanto somente estamos confortáveis enquanto infelizes, criaturas queixosas, sublimes em tristeza.
E como é bom sentir gozo, e até o medo que vem depois, assombrando o agora.
A subida da montanha russa é medo. Apreensão. A decida é gozo. No final, o que sobra são as memórias de sensações.
Resta saber qual delas nos virá à mente com o tempo: o que desfrutamos sobrepujará o que sofremos?
Qual dois dois será mais forte, real, presente, vívido e vivido? Aquilo que foi simplesmente é. Mas toma nuances lilás ou chumbo à medida que vamos colorindo o passado à luz do presente, que afinal é a unica coisa que temos.
Viva o gozo. Ainda que com temor.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
O Som do Coração
Da última vez que postei, falava de como Deus escreve certo por linhas tortas. Encerrava um ciclo importante, e fui viajar.
Passei 13 dias fora, e o mundo não acabou (constatação bombástica). Visitei duas cidades nos Estados Unidos que conheci quando menina. Mas a maturidade nos presenteia com outros olhos, olhos de enxergar gente, cultura e hábitos como quem saboreia lentamente uma nova realidade. Tive um vislumbre do que seria a vida em outro país. Andei, esfriei a cabeça, conheci pessoas interessantes. Foi ótimo. Voltei renovadíssima, cansada de corpo, refrescada na mente, que é a locomotiva da vida racional, que sustenta o emocional saudável.
Ao chegar aqui, passadas as expectativas, e o furor das férias não planejadas, encontrei a vida livre, limpa. Uma folha em branco, com páginas difíceis viradas, com altos custos já pagos, e a oportunidade de refazer a minha história, começando do único ponto que se pode começar: o agora.
E quantas surpresas gostosas essa volta me reservou. Achei um amor doce, suave, companheiro, disponível. Estou curtindo cada pedacinho, cada nuance desta história nova, que só eu posso escrever. Que delícia de retorno.
Nem sempre é como a gente planeja, e assim é muito mais legal. O Deus que escreve certo por linhas tortas tem uma maneira singular de nos presentear com a bonança plena, depois da tempestade negra.
Por isso eu agradeço, e espero que as lições sirvam de alerta, mas rogo para que nunca me paralisem. A vida é mais legal quando é vivida intensamente.
Um brinde aos novos começos!
Passei 13 dias fora, e o mundo não acabou (constatação bombástica). Visitei duas cidades nos Estados Unidos que conheci quando menina. Mas a maturidade nos presenteia com outros olhos, olhos de enxergar gente, cultura e hábitos como quem saboreia lentamente uma nova realidade. Tive um vislumbre do que seria a vida em outro país. Andei, esfriei a cabeça, conheci pessoas interessantes. Foi ótimo. Voltei renovadíssima, cansada de corpo, refrescada na mente, que é a locomotiva da vida racional, que sustenta o emocional saudável.
Ao chegar aqui, passadas as expectativas, e o furor das férias não planejadas, encontrei a vida livre, limpa. Uma folha em branco, com páginas difíceis viradas, com altos custos já pagos, e a oportunidade de refazer a minha história, começando do único ponto que se pode começar: o agora.
E quantas surpresas gostosas essa volta me reservou. Achei um amor doce, suave, companheiro, disponível. Estou curtindo cada pedacinho, cada nuance desta história nova, que só eu posso escrever. Que delícia de retorno.
Nem sempre é como a gente planeja, e assim é muito mais legal. O Deus que escreve certo por linhas tortas tem uma maneira singular de nos presentear com a bonança plena, depois da tempestade negra.
Por isso eu agradeço, e espero que as lições sirvam de alerta, mas rogo para que nunca me paralisem. A vida é mais legal quando é vivida intensamente.
Um brinde aos novos começos!
sábado, 17 de julho de 2010
Ele escreve certo por linhas tortas. Mesmo
Tenho aprendido que felicidade com Jesus não é ausência de problemas. Que é ter paz apesar dos problemas. Sei o que é andar triste, mesmo com Jesus. Já chorei muito, já me desesperei, adoeci. Tive medo, frio e fome, e algumas vezes o chamado “povo de Deus” não me consolou. Em outras me decepcionou. Mas sempre, sempre, mesmo quando eu não sabia, não cria, e não via, Deus estava lá.
O curioso é que só consigo perceber isso quando estou bem, quando estou feliz, quando tudo está indo de vento em popa. Sigo lutando, mesmo na dor. Será que posso creditar os meus sucessos aos meus esforços pessoais? Porque sim, eu sigo lutando, mesmo na dor. Mas certas coisas não se explicam pelo olho natural. Como explicar os contatos que Deus nos manda e que podem mudar as nossas vidas sem maiores avisos?
Neste ano, em meio à uma crise de depressão (sim, existe depressão), tive diversas provas do amor de Deus e de seu jeito peculiar de fazer as coisas.
Uma delas foi um contato profissional. Busquei desesperada um técnico para me auxiliar em trabalhos do escritório em regime de parceria. Fui apresentada a um farmaceutico, que no fim não deu certo para ser o apoio que eu esperava. Mas me abriu uma oportunidade excelente na empresa em que ele trabalha. Excelente mesmo, digna de nota. Meus esforços? Sim. Uma boa dose de sorte, e estar no lugar certo, na hora certa? Isso é Deus. Ninguém mais.
Ontem resolvi uma pendência que me incomodava desde a minha separação. Dois anos cravados depois do fim do casamento, resolvido. Quanta dor, quanta peleja.
Neste mês viajarei ao exterior. Vários fatores contribuíram para que eu pudesse fazer essa viagem. Primeiro, o cliente que mencionei acima, com contratos que me deram suporte financeiro para continuar de pé, e ainda sonhar com algo mais. Segundo, um contato que minha querida irmã Ana me proporcionou num evento da empresa dela. Lindo, porque ali também se tratava de uma possível parceria profissional, e acabei conhecendo uma pessoa incrível, com quem irei passar alguns dias em NY. Terceiro, uma hospedagem gratuita que meu pai (sempre com excelentes presentes e mimos) me ofereceu para passar alguns dias na Flórida. Tudo funcionou como um relógio, para que eu pudesse hoje estar aqui, contando essa história, e esperando com alegria o dia das minhas sonhadas férias.
Hoje olhando para trás vejo que o tempo de Deus é muito mais perfeito. Vejo que ele usa nossa hora de desespero para nos fazer crescer, confiar, esperar Nele. E mais, para me colocar numa perspectiva correta do que é importante realmente. Não que eu já tenha aprendido. Mas sigo lutando.
O curioso é que só consigo perceber isso quando estou bem, quando estou feliz, quando tudo está indo de vento em popa. Sigo lutando, mesmo na dor. Será que posso creditar os meus sucessos aos meus esforços pessoais? Porque sim, eu sigo lutando, mesmo na dor. Mas certas coisas não se explicam pelo olho natural. Como explicar os contatos que Deus nos manda e que podem mudar as nossas vidas sem maiores avisos?
Neste ano, em meio à uma crise de depressão (sim, existe depressão), tive diversas provas do amor de Deus e de seu jeito peculiar de fazer as coisas.
Uma delas foi um contato profissional. Busquei desesperada um técnico para me auxiliar em trabalhos do escritório em regime de parceria. Fui apresentada a um farmaceutico, que no fim não deu certo para ser o apoio que eu esperava. Mas me abriu uma oportunidade excelente na empresa em que ele trabalha. Excelente mesmo, digna de nota. Meus esforços? Sim. Uma boa dose de sorte, e estar no lugar certo, na hora certa? Isso é Deus. Ninguém mais.
Ontem resolvi uma pendência que me incomodava desde a minha separação. Dois anos cravados depois do fim do casamento, resolvido. Quanta dor, quanta peleja.
Neste mês viajarei ao exterior. Vários fatores contribuíram para que eu pudesse fazer essa viagem. Primeiro, o cliente que mencionei acima, com contratos que me deram suporte financeiro para continuar de pé, e ainda sonhar com algo mais. Segundo, um contato que minha querida irmã Ana me proporcionou num evento da empresa dela. Lindo, porque ali também se tratava de uma possível parceria profissional, e acabei conhecendo uma pessoa incrível, com quem irei passar alguns dias em NY. Terceiro, uma hospedagem gratuita que meu pai (sempre com excelentes presentes e mimos) me ofereceu para passar alguns dias na Flórida. Tudo funcionou como um relógio, para que eu pudesse hoje estar aqui, contando essa história, e esperando com alegria o dia das minhas sonhadas férias.
Hoje olhando para trás vejo que o tempo de Deus é muito mais perfeito. Vejo que ele usa nossa hora de desespero para nos fazer crescer, confiar, esperar Nele. E mais, para me colocar numa perspectiva correta do que é importante realmente. Não que eu já tenha aprendido. Mas sigo lutando.
domingo, 11 de julho de 2010
X People
Ex pessoas.
Ontem este post seria bem mais dramático, mas vamos ao que interessa.
Esta semana tive uma experiência terrível. Um homem que eu não conhecia foi "esmagado" num acidente de automóvel perto da minha casa. Ele foi atropelado, estava muito mal, atirado no asfalto, cheguei logo depois da batida, o resgate veio rápido (8 minutos), mas ontem fiquei sabendo que ele não sobreviveu. Morreu pouco depois. Era mecânico de uma loja aqui do bairro. Já não é mais. Sinto muito, espero que Deus tome conta dele do jeito que tem tomado conta de mim. Edilson, vá com Deus. Espero que esteja melhor aí do que aqui nesta esquina...
Numa nota mais, digamos, pitoresca, enviei um e-mail mkt para todos os meus contatos, porque sou uma besta que não sabe ou não tem energia para separar os contatos de trabalho, pessoais etc etc. Avisava de um curso que eu iria ministrar. Até aí tudo certo. "contece" que teve gente que não gostou de receber a tal mensagem. Uma pessoa (que eu não conheço pessoalmente e portanto não se qualificaria como ex-pessoa) se incomodou com o email marketing, me deu uma bronca, e ainda me "dedou" pro dono da lista. Tá vai... "contece"!... Foi mal.
Mas a outra foi meu x-husband. Ele escreveu algo do tipo "senhores, gostaria de não mais receber esse spam". Como se não soubesse que os senhores era eu mesma... Sabe, eu mesma? Com quem você foi casado? Mas esse não é o ponto. A msg mal criada me fez pensar: será que existem ex-pessoas? Ex-contatos, ex-vida, ex-amigos do facebook, do twitter, e sei lá mais o que?
Várias (ex?) pessoas que receberam a mensagem me elogiaram, se lembraram de mim dos velhos tempos (e dos não tão velhos assim), tiraram sarro da minha fotografia marota no mkt profissional, ou simplesmente desejaram boa sorte. Recebi telefonemas, foi bem bacana, obrigada!
Que pena que existam ex-pessoas. Tomara no futuro a gente saiba separar as coisas melhor, viver melhor, porque a vida acaba, às vezes bem antes do planejado numa esquina, quarta-feira de manhã. Tomara a gente consiga olhar para trás e ver o que é bom do passado, e não ficar remoendo e doendo. Não existem ex-pessoas.
Ponto final
Ontem este post seria bem mais dramático, mas vamos ao que interessa.
Esta semana tive uma experiência terrível. Um homem que eu não conhecia foi "esmagado" num acidente de automóvel perto da minha casa. Ele foi atropelado, estava muito mal, atirado no asfalto, cheguei logo depois da batida, o resgate veio rápido (8 minutos), mas ontem fiquei sabendo que ele não sobreviveu. Morreu pouco depois. Era mecânico de uma loja aqui do bairro. Já não é mais. Sinto muito, espero que Deus tome conta dele do jeito que tem tomado conta de mim. Edilson, vá com Deus. Espero que esteja melhor aí do que aqui nesta esquina...
Numa nota mais, digamos, pitoresca, enviei um e-mail mkt para todos os meus contatos, porque sou uma besta que não sabe ou não tem energia para separar os contatos de trabalho, pessoais etc etc. Avisava de um curso que eu iria ministrar. Até aí tudo certo. "contece" que teve gente que não gostou de receber a tal mensagem. Uma pessoa (que eu não conheço pessoalmente e portanto não se qualificaria como ex-pessoa) se incomodou com o email marketing, me deu uma bronca, e ainda me "dedou" pro dono da lista. Tá vai... "contece"!... Foi mal.
Mas a outra foi meu x-husband. Ele escreveu algo do tipo "senhores, gostaria de não mais receber esse spam". Como se não soubesse que os senhores era eu mesma... Sabe, eu mesma? Com quem você foi casado? Mas esse não é o ponto. A msg mal criada me fez pensar: será que existem ex-pessoas? Ex-contatos, ex-vida, ex-amigos do facebook, do twitter, e sei lá mais o que?
Várias (ex?) pessoas que receberam a mensagem me elogiaram, se lembraram de mim dos velhos tempos (e dos não tão velhos assim), tiraram sarro da minha fotografia marota no mkt profissional, ou simplesmente desejaram boa sorte. Recebi telefonemas, foi bem bacana, obrigada!
Que pena que existam ex-pessoas. Tomara no futuro a gente saiba separar as coisas melhor, viver melhor, porque a vida acaba, às vezes bem antes do planejado numa esquina, quarta-feira de manhã. Tomara a gente consiga olhar para trás e ver o que é bom do passado, e não ficar remoendo e doendo. Não existem ex-pessoas.
Ponto final
domingo, 4 de julho de 2010
Das escolhas
Hoje recebi um e-mail desconsertante da minha amiga Vanessa.
Ela tem muita habilidade com palavras, me conhece muito bem, e é sempre muito perceptiva, disponível e querida.
Dormi poucas horas esta noite. Talvez o que esteja me tirando o sono seja o mesmo motivo da mensagem: estou dividida.
Tenho uma paixão proibida. Está difícil abrir mão. Está dificil continuar com ela. Não dá nem para escrever direito sobre isso, porque afinal é segredo. Fato é que estou de saco cheio de compartimentar a paixão num lugarzinho escondido da vida.
Gosto de interagir, de falar, de mostrar, de ver e ser vista, e gosto de ouvir o que os outros pensam a respeito do que estou fazendo. Mas nada disso eu posso fazer quando se trata da tal paixão proibida.
O que nos leva às tais escolhas do título. Será melhor aproveitar o momento? Será possível fazer isso sem culpa, sem neuras? Ou é melhor cortar o mal pela raiz? Pensar a longo prazo, projetar o fim da história, mapear as dores que com certeza virão, a frustração que nos espera? E parar desde logo com essa história de ver onde vai dar, com essa história de enquanto isso a gente vai levando.
Dizem que não importa tanto onde se chega, mas a jornada, o caminho que se faz. Mas se o caminho é de culpa, de frustração, de se sentir usada até, talvez realmente não valha a pena.
Ah, as escolhas. Minha amiga, também de libra, e eu bem sabemos como elas podem nos atormentar. Costumamos brincar sobre como é dificil ao "librão" lidar com as encruzilhadas da vida. Enquanto não sei o que fazer, vou de Zeca Pagodinho, deixa a vida me levar. Será?
Ela tem muita habilidade com palavras, me conhece muito bem, e é sempre muito perceptiva, disponível e querida.
Dormi poucas horas esta noite. Talvez o que esteja me tirando o sono seja o mesmo motivo da mensagem: estou dividida.
Tenho uma paixão proibida. Está difícil abrir mão. Está dificil continuar com ela. Não dá nem para escrever direito sobre isso, porque afinal é segredo. Fato é que estou de saco cheio de compartimentar a paixão num lugarzinho escondido da vida.
Gosto de interagir, de falar, de mostrar, de ver e ser vista, e gosto de ouvir o que os outros pensam a respeito do que estou fazendo. Mas nada disso eu posso fazer quando se trata da tal paixão proibida.
O que nos leva às tais escolhas do título. Será melhor aproveitar o momento? Será possível fazer isso sem culpa, sem neuras? Ou é melhor cortar o mal pela raiz? Pensar a longo prazo, projetar o fim da história, mapear as dores que com certeza virão, a frustração que nos espera? E parar desde logo com essa história de ver onde vai dar, com essa história de enquanto isso a gente vai levando.
Dizem que não importa tanto onde se chega, mas a jornada, o caminho que se faz. Mas se o caminho é de culpa, de frustração, de se sentir usada até, talvez realmente não valha a pena.
Ah, as escolhas. Minha amiga, também de libra, e eu bem sabemos como elas podem nos atormentar. Costumamos brincar sobre como é dificil ao "librão" lidar com as encruzilhadas da vida. Enquanto não sei o que fazer, vou de Zeca Pagodinho, deixa a vida me levar. Será?
Assinar:
Postagens (Atom)